Brasil, Sábado, 13 de março de 2010
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Publicações
Seminário internacional discute gestão de hospitais de ensino
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 00:27 hs.
13/03/2010 - O Ministério da Educação e o Banco Mundial realizam na próxima semana, nos dias 17 e 18 de março, em Brasília, o Seminário Internacional sobre Gestão de Hospitais de Ensino. O objetivo é discutir tendências e boas práticas nacionais e internacionais em temas como governança e sistemas de informação em hospitais de ensino, marco regulatório, pesquisa e educação médica e de outros profissionais de saúde.

Participam do seminário reitores de universidades federais e dirigentes dos hospitais universitários federais. Além de especialistas do Banco Mundial e dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Planejamento o encontro terá a participação de especialistas e gestores internacionais na área de hospitais de ensino, que apresentarão experiências de Portugal, Espanha e Estados Unidos. Experiências do estado de São Paulo e do Hospital das Clínicas de Porto Alegre também poderão ser avaliadas pelos participantes.

Rede federal - O Ministério da Educação é responsável pela gestão do sistema federal de hospitais universitários. O sistema é composto por 46 Hospitais Universitários vinculados a 32 instituições federais de educação superior. Além de prestarem atendimento à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), os hospitais universitários, muitas vezes, constituem a unidade hospitalar mais importante do serviço público de saúde nos estados.

O Seminário será transmitido ao vivo pela TV MEC http://tv.mec.gov.br/.

Assessoria de Imprensa da Secretaria de Ensino Superior do MEC
Fonte: MEC
Ensino Superior
Futuro da educação é mistura de presencial com virtual, diz especialista
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:05 hs.
13/03/2010 - A expansão da educação a distância e a chegada de cursos dessa modalidade em universidades públicas enseja a discussão sobre o preconceito em relação ao ensino que não é presencial. Romero Tori, pesquisador do tema encampa a luta contra o título a distância e questiona a sensação de presença. "Existem alunos em um presencial que estão muito mais distantes do que no virtual", diz.

Em seu novo livro, "Educação sem Distância" (Editora Senac), TORI defende a integração dos dois modelos educacionais para atingir uma nova geração de alunos e prepará-los para o ensino continuado durante toda a vida.

Leia, a seguir, trechos da entrevista.

FOLHA - Por que o senhor questiona o termo "a distância"?

ROMERO TORI - O preconceito contra a EAD (educação a distância) vem da cultura arraigada de que para haver uma boa educação é importante que todos estejam presentes. Existe um erro na definição desse conceito porque o que se faz numa educação virtual é tentar eliminar a distância. O que é essa sensação de presença? Existem alunos em um presencial que estão muito mais distantes do que no virtual.

A nova geração já não sente mais da mesma maneira a diferença do presencial físico e do virtual. Eles estão no MSN, nas redes sociais.

FOLHA - Como o modelo presencial e o a distância se completam?

TORI - No presencial, o que há de melhor é a sensação de presença e a motivação que isso proporciona. Mas existem muitos professores que se acomodaram por ter os alunos como reféns em sua sala e deixam de criar atividades interessantes. O improviso não funciona no modelo a distância, pois o aluno está a um clique de se dispersar. Por outro lado, no modelo virtual já se percebeu a importância de encontros.

Proponho que tudo o que foi desenvolvido para melhorar o curso a distância seja usado no presencial, considerada a adequação ao objetivo da atividade. O ideal é aproveitar o encontro presencial para usar a possibilidade de interação em debates ou laboraTORIos.

FOLHA - Desde 2001 o MEC prevê que 20% das disciplinas de graduação possam ser virtuais, mas isso não é ser aplicado com frequência. A que o senhor atribui esse descompasso?

TORI - Ao preconceito e a uma visão errada do que é ensino virtual. Existe na cultura dos próprios alunos e dos professores a ideia de que EAD é não ter aula. Ela tem que ser vista como ferramenta.

Os estudantes que nasceram com internet não terão mais paciência para ouvir um professor à moda antiga, então o professor terá de ter um papel completamente diferente. Ele terá de usar a sua experiência e não seu conteúdo, já que com uma simples busca na internet qualquer estudante pode se tornar um expert no assunto de interesse. Os alunos têm de aprender a filtrar esse conteúdo, e os professores terão que ensiná-los a aprender.

FOLHA - Ainda se questiona a qualidade do conteúdo on-line. Como o senhor vê a avaliação qualitativa nessa mistura de modelos?

TORI - Muitas vezes a qualidade é medida pela quantidade de conhecimento jogada aos alunos, e não por quanto eles aprenderam. Acho que a mudança deve vir com o foco na avaliação e na aprendizagem, e não na quantidade de conteúdo. Já é comprovado que o aprendizado melhora com a participação do estudante e com sua motivação. O que não interessa é apagado da memória em seguida.

Deve se investir em verificar como está sendo o envolvimento do aluno, sua postura, sua motivação durante o curso. Depois pode-se calibrar o curso e direcioná-lo para ir atrás das informações que precisa.
Fonte: Folha on line
Ensino Superior
MEC é premiado por três ações de inovação na gestão pública
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 00:41 hs.
13/03/2010 - O Ministério da Educação (MEC) foi premiado por três iniciativas de inovação na gestão pública federal em concurso promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

A Enap selecionou dez iniciativas e a classificação destas ações será anunciada na próxima terça-feira (16), às 14h, no auditório do Ministério do Planejamento no 14º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal. A solenidade também marca os lançamentos do 15º Concurso Inovação e do livro contendo o relato das práticas premiadas em 2009.

As ações premiadas do MEC são: “Acompanhamento da frequência escolar de crianças e adolescentes em vulnerabilidade (condicionalidade em educação do Programa Bolsa Família)”, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad); o “Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)”, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); e o “Sistema e-Mec: reinvenção processual da educação superior em três dimensões da gestão pública – jurídica organizacional e tecnológica”, da Secretaria de Educação Superior.

Além de valorizar o trabalho de servidores públicos comprometidos com o alcance de melhores resultados, a premiação concedida pela Enap, em parceria com o Ministério Público, estimula a adoção de iniciativas para a melhoria dos serviços públicos. Em 2009, o Concurso Inovação recebeu 131 inscrições válidas.

Os cinco primeiros lugares são premiados com visitas técnicas a França, a Espanha e ao Canadá e cursos técnicos no Japão; os demais vencedores recebem vagas nos cursos da ENAP de Especialização em Gestão Pública e de Desenvolvimento Gerencial.

Todos os integrantes das equipes selecionadas recebem certificados, o livro com os relatos das ações vencedoras, publicações da Enap, o Selo Inovação e a divulgação da prática no Banco de Soluções, veiculado em http://inovacao.enap.gov.br.

O Concurso Inovação conta com o apoio das embaixadas da Espanha e França, da Cooperação Espanhola, da Escola Canadense do Serviço Público, da Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional e da Agência de Cooperação Internacional do Japão. Nas 14 edições realizadas desde 1996, 1.309 iniciativas se inscreveram e 301 práticas foram premiadas.

Assessoria de Comunicação Social da Enap
Fonte: MEC
Gestão Educacional
Mercado de trabalho busca mais profissionais com Ensino Médio
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:04 hs.
13/03/2010 - SÃO PAULO - O mercado de trabalho no Brasil tem demandado cada vez mais profissionais com Ensino Médio. Desde 2000 até 2008, o número de profissionais com Ensino Médio completo quase triplicou, passando de 6,4 milhões para 15,2 milhões, segundo a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Na comparação com 1990, a diferença é ainda maior, já que, no período, havia 3,8 milhões de profissionais com essa faixa de escolaridade. De acordo com o MTE, as novas tecnologias e os processos produtivos foram os responsáveis pela aceleração das contratações de pessoas com Ensino Médio completo.

Já o nível de emprego para profissionais com a 8ª série incompleta apresentou baixa. O estudo aponta que o número de profissionais nesse nível caiu de 3,57 milhões em 1990 para 3,5 milhões em 2000, chegando a 3,4 milhões em 2008. Também houve retração nas admissões na escolaridade até 4ª série completa: 4,2 milhões em 1990, 2,8 milhões em 2000 e 2,1 milhões em 2008.

Análise por setor

Na análise por setor, o estoque de empregos na Indústria Extrativa Mineral para profissionais com Ensino Médio completo teve crescimento relevante, passando de 11,8 mil em 1990 para 82 mil em 2008. No Ensino Superior, passou de 7.955 para 36,6 mil no mesmo período.

No segmento do Comércio, o estoque de empregados com Ensino Médio completo cresceu de 456 mil para 3,7 milhões, entretanto, em relação a 8ª série incompleta, caiu de 628 mil em 1990 para 528 mil em 2008.

Por outro lado, houve retração acentuada no estoque de profissionais com a 4ª série completa no setor de Serviços, passando de 1,1 milhão em 1990 para 559 mil em 2008. Tais resultados indicam, tanto do lado da oferta como da demanda, que as contratações vão no sentido de elevar o emprego nas maiores faixas de escolaridade e reduzi-lo nas menores.
Fonte: Portal Uol
Ministro da Educação
Ministério da Educação vai negociar segunda rodada do Sisu em maio
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 00:25 hs.
13/03/2010 - Na próxima semana o ministro da Educação, Fernando Haddad, deve se reunir com os reitores das universidades federais para decidir se haverá uma nova rodada do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) em substituição aos vestibulares do segundo semestre. Para o primeiro semestre de 2010, 52 instituições públicas de ensino superior ofereceram mais de 47,9 mil vagas pelo sistema.

Caso as instituições federais tenham interesse em selecionar seus alunos pelo modelo unificado, o processo deve ocorrer em maio para selecionar os estudantes ingressarão nas universidades no segundo semestre. Para disputar as vagas, os candidatos deverão utilizar as notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2009, já que nesta semana Haddad descartou a possibilidade de fazer duas edições da prova em 2010.

Sem a edição do Enem que deveria ocorrer até junho, os alunos deverão fazer a prova só no segundo semestre. As datas serão confirmadas nos próximos dias pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), mas o mais provável é que o exame seja realizado no final de outubro em função das eleições.
Fonte: Folha on line
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